
Um final de semana, um casamento mais do que esperado. Anos de namoro, noivado, enfim, chegou o grande dia! Minha prima vai casar! Que Deus a abençoe. Na minha casa mobilização total, agito total! Dias antes aluguel de vestidos e ternos. Todo mudo chique! Aluguel de van, família reunida e Vambora cambada! Rumo a Santa Cruz da Serra. Eitá! Casamento longe.
Dentro da van começa o falatório. Meu tio logo pergunta, “A festa vai ser onde? Perto da Igreja?”. E em seguida completa, “tô doido para tomar uma cerveja!” Minha tia e minha irmã comentam. “Este vestido está um pouco apertado.” “Eu estou bonita? Meu cabelo está legal?” Minha mãe solta um comentário pra todos ouvirem na van. “Meu filhinho ta tão lindo de terno”. Deixando-me vermelho e sem graça. Meu pai o mais falador soltava essa. “O forró tem que rolar hein!” Minha avó.. ”zzzzz”, cochilava quando passávamos pela ponte.
Uma hora e vinte minutos depois.. Chegávamos à igreja. Os primeiros!! Meu pai logo reclamou, “eu falei que saímos cedo demais!” “Melhor do que chegar em cima da hora.” Disse minha mãe. Vou adiantar logo essa parte da cerimônia...logo todos chegaram. Minha prima. A noiva. Se atrasou 30 minutos, o noivo ficou nervoso na hora dos votos, a noiva quase errou o dedo da aliança, o padre abençoou, “pode beijar a noiva.” Finalmente casados! “ vamos a festa!” Exclamou meu tio, empolgado com as bebidas e a comida que iria rolar. Nessa hora realmente a fome bateu, já estávamos a mais de uma hora esperando e mais uns trinta minutos de cerimônia, o estômago já sonhava com aqueles deliciosos salgadinhos de festa de casamentos.
Já no salão de festa, o pai da noiva já deixou o pessoal do Buffet sobre aviso. “Essa mesa aqui da uma preferência.” Meu tio sorriu quando a cerveja chegou, dali em diante não largou mais o copo. O som rolava, mas ninguém se levantava pra dançar. Enquanto os noivos passavam em cada mesa cumprimentando os convidados, a família “buscapé” começava a se soltar em torno da mesa fazendo alguns passos de dança. Não demorou muito para que quase a família toda fosse para a pista de dança se balançando ao som de “Please Don`t stop music” literalmente não queriam que a música parasse. Isso fez que os outros convidados tomassem coragem e logo estavam todos dançando. Ver aquilo foi hilário, minha família tornou aquela festa de casamento como uma das festas que costumam fazer, com muita dança e música.
Meu Pai no centro da pista chamava a atenção para ele com a sua dança aloprada e única que só ele dança. Meu tio seguia o seu embalo mas sem largar o copo. Minha avó octogenária parecia ter perdido o sono, estava ela no meio da pista balançando o esqueleto. Que disposição da coroa! Minha mãe dançando ia até o chão com uma de suas primas que veio da Bahia para o casamento. Em torno aqueles que não dançavam, ficavam vendo com um sorriso no rosto aquela família se esbaldar de tanto dançar.
E quando o DJ mandou a música de rock dos anos 60. Um grito em coro ecoou no salão. “Uhhuuuu”! Em meio aquela fumaça e luzes eu via todos se acelerando na dança com movimentos acelerados. Todos em volta que estavam olhando não resistiram e caíram dentro da dança, imitando os passos loucos de meu pai. Afinal essas eram as músicas das festas da minha família. O meu pai então se sentia em casa, ou melhor, todos estavam.
E eu ali parado. Como diz minha avó “ que nem um bocó.” Vendo todos eles, vendo a alegria no semblante de cada um. Como se divertiam! Como estavam felizes! E eu ali parado. Pensei, “ É vocês me convenceram!” Tirei o terno, afastei a gravata, desabotoei o botões de cima da camisa e fui me diverti com eles. Ah! Fazia tempo que não me divertia tanto, ainda mais com minha família. Como dancei! Bom demais! Como sorria e gargalhava com o jeito engraçado do meu tio dançar e tentava imitá-lo. Meu pai virou um tipo de conselheiro do DJ, de vez em quando ele ia ao ouvido do cara e pedia uma música. Que na maioria das vezes agradava em cheio todos os convidados do casamento que estavam ali dançando, inclusive os noivos. Meu pai só ficou bravo porque o DJ demorou a colocar o bendito forró. Logo o forró! Mas quando tocou...Eitá família forrozeira!
Como foi legal dançar forró com cada um da família. Inclusive como agradável foi a interação das famílias que estavam na festa através da dança. Mas a minha família sem dúvida foi o destaque da noite desparado! Tudo isso fez me perceber muita coisa. Como é bom estar com cada um deles, com a simplicidade de cada um, com defeitos e qualidades (muito mais qualidade). Como foi bão demais se divertir com eles. Cara!! Me diverti demais naquela noite. Nunca poderia imaginar que seria tão legal dançar forró com minha avó. Não canso de dizer. Foi demais! Como eu ri! Como suei! Como me alegrei! Percebi como minha família me faz feliz. Que para me diverti e me alegrar basta eu estar na presença deles.
Ah! Que os recém casados sejam felizes para sempre.
Dentro da van começa o falatório. Meu tio logo pergunta, “A festa vai ser onde? Perto da Igreja?”. E em seguida completa, “tô doido para tomar uma cerveja!” Minha tia e minha irmã comentam. “Este vestido está um pouco apertado.” “Eu estou bonita? Meu cabelo está legal?” Minha mãe solta um comentário pra todos ouvirem na van. “Meu filhinho ta tão lindo de terno”. Deixando-me vermelho e sem graça. Meu pai o mais falador soltava essa. “O forró tem que rolar hein!” Minha avó.. ”zzzzz”, cochilava quando passávamos pela ponte.
Uma hora e vinte minutos depois.. Chegávamos à igreja. Os primeiros!! Meu pai logo reclamou, “eu falei que saímos cedo demais!” “Melhor do que chegar em cima da hora.” Disse minha mãe. Vou adiantar logo essa parte da cerimônia...logo todos chegaram. Minha prima. A noiva. Se atrasou 30 minutos, o noivo ficou nervoso na hora dos votos, a noiva quase errou o dedo da aliança, o padre abençoou, “pode beijar a noiva.” Finalmente casados! “ vamos a festa!” Exclamou meu tio, empolgado com as bebidas e a comida que iria rolar. Nessa hora realmente a fome bateu, já estávamos a mais de uma hora esperando e mais uns trinta minutos de cerimônia, o estômago já sonhava com aqueles deliciosos salgadinhos de festa de casamentos.
Já no salão de festa, o pai da noiva já deixou o pessoal do Buffet sobre aviso. “Essa mesa aqui da uma preferência.” Meu tio sorriu quando a cerveja chegou, dali em diante não largou mais o copo. O som rolava, mas ninguém se levantava pra dançar. Enquanto os noivos passavam em cada mesa cumprimentando os convidados, a família “buscapé” começava a se soltar em torno da mesa fazendo alguns passos de dança. Não demorou muito para que quase a família toda fosse para a pista de dança se balançando ao som de “Please Don`t stop music” literalmente não queriam que a música parasse. Isso fez que os outros convidados tomassem coragem e logo estavam todos dançando. Ver aquilo foi hilário, minha família tornou aquela festa de casamento como uma das festas que costumam fazer, com muita dança e música.
Meu Pai no centro da pista chamava a atenção para ele com a sua dança aloprada e única que só ele dança. Meu tio seguia o seu embalo mas sem largar o copo. Minha avó octogenária parecia ter perdido o sono, estava ela no meio da pista balançando o esqueleto. Que disposição da coroa! Minha mãe dançando ia até o chão com uma de suas primas que veio da Bahia para o casamento. Em torno aqueles que não dançavam, ficavam vendo com um sorriso no rosto aquela família se esbaldar de tanto dançar.
E quando o DJ mandou a música de rock dos anos 60. Um grito em coro ecoou no salão. “Uhhuuuu”! Em meio aquela fumaça e luzes eu via todos se acelerando na dança com movimentos acelerados. Todos em volta que estavam olhando não resistiram e caíram dentro da dança, imitando os passos loucos de meu pai. Afinal essas eram as músicas das festas da minha família. O meu pai então se sentia em casa, ou melhor, todos estavam.
E eu ali parado. Como diz minha avó “ que nem um bocó.” Vendo todos eles, vendo a alegria no semblante de cada um. Como se divertiam! Como estavam felizes! E eu ali parado. Pensei, “ É vocês me convenceram!” Tirei o terno, afastei a gravata, desabotoei o botões de cima da camisa e fui me diverti com eles. Ah! Fazia tempo que não me divertia tanto, ainda mais com minha família. Como dancei! Bom demais! Como sorria e gargalhava com o jeito engraçado do meu tio dançar e tentava imitá-lo. Meu pai virou um tipo de conselheiro do DJ, de vez em quando ele ia ao ouvido do cara e pedia uma música. Que na maioria das vezes agradava em cheio todos os convidados do casamento que estavam ali dançando, inclusive os noivos. Meu pai só ficou bravo porque o DJ demorou a colocar o bendito forró. Logo o forró! Mas quando tocou...Eitá família forrozeira!
Como foi legal dançar forró com cada um da família. Inclusive como agradável foi a interação das famílias que estavam na festa através da dança. Mas a minha família sem dúvida foi o destaque da noite desparado! Tudo isso fez me perceber muita coisa. Como é bom estar com cada um deles, com a simplicidade de cada um, com defeitos e qualidades (muito mais qualidade). Como foi bão demais se divertir com eles. Cara!! Me diverti demais naquela noite. Nunca poderia imaginar que seria tão legal dançar forró com minha avó. Não canso de dizer. Foi demais! Como eu ri! Como suei! Como me alegrei! Percebi como minha família me faz feliz. Que para me diverti e me alegrar basta eu estar na presença deles.
Ah! Que os recém casados sejam felizes para sempre.