sábado, 31 de janeiro de 2009

Angústia...

Erros, decepções, não tem jeito! É preciso passar por isso na vida. Quantos erros e decepções me será preciso? De fato aprendemos com erros da vida, mas muitas vezes insistimos nos erros que por sua vez gera as decepções. Sentimentos que se transformam, opostos ao ínicio de tudo, enxurradas de pensamentos e magóas. Raiva!! Sentimento ruim, tento não cultivá-lo, a alma padece o coração entristece, momentos de angústia e vazio. No meu mundo, meu quarto, meu refúgio, busco algo que me tire atenção; internet! Nem pensar! Escrever, estudar, televisão, tá difícil viu! Talvez vídeo game! Mas até na tela onde a distração e a diversão me prendiam não surgem mas efeito em mim. Música?! É melhor não! Não quero me afundar numa “fossa”, apesar de não estar, mas sinto o cheiro. Me pego muitas vezes assim, como agora...sei que isso vai passar, espero que logo, não tenho pressa! Só um pouquinho, talvez por lamentar demais como as coisas terminaram ou começaram. Enfim não depende só de mim...Sei que erros voltarei a cometer, espero não ser os mesmos. Seria burrice demais! Decepções?! Sei que livre disso não estou, mas longe eu quero passar...

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

O sonho da águia



A emoção de voar começa com o medo de cair. A águia empurrou gentilmente os filhos para a beira do ninho. Seu coração trepidava com emoções conflitantes enquanto sentia a resistência deles. "Porque será que a emoção de voar precisa começar como o medo de cair?", pensou. Essa pergunta eterna ainda estava sem resposta para ela.
Como na tradição da espécie, seu ninho localizava-se no alto de uma saliência num rochedo escarpado. Abaixo havia somente o ar para suportar as asas de cada um de sues filhotes.
"Será possível que, dessa vez, não dará certo?", pensou. A despeito de seus medos, a águia sabia que era tempo. Sua missão materna estava praticamente terminada. Restava uma última tarefa: o empurrão. A águia reuniu coragem através de uma sabedoria milenar e inata. Enquanto seus filhos não descobrissem suas asas, não haveria objetivos em suas vidas. Enquanto não aprendessem a voar, não compreenderiam o privilégio de terem nascido águias. O empurrão era o maior presente que a águia-mãe tinha para lhes dar. Era seu supremo ato de amor.
E por isso, um a um, ela os empurrou, e eles voaram.

O ato de escrever

É...está aí, meu primeiro blog.
O que irei escrever? Porquê criei esse espaço? Sei lá sabe?!!
Sei que as vezes sinto essa necessidade de me expressar, dizer o que sinto e penso.
Tá aí! Eu acho que isso mesmo! Escrever, escrever e escrever
Espero não escrever besteira..rsrsrs